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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Quando o sorriso faz toda a diferença

Olá! Recebi este testemunho por email e resolvi posta-lo aqui. Há poucos dias atras fui a uma solene do GAAC (Grupo de Assistência à Criança com Câncer) uma solene de agradecimento pelo ano de 2011. Pude notar a grande diferença que tal ação pode fazer na vida de alguém. Ações simples: um abraço sincero, um bom dia extrovertido, um obrigado por isso ou por aquilo etc... Mais nesta postagem de hoje quero ressaltar o SORRISO, o sorriso que transforma, que cura, que purifica, que restaura, que ama, que derruba as barreiras, as barreiras do preconceito e por ai vai, mais o sorriso de hoje é de uma menininha linda chamada Ana Luiza e de sua mamãe que tem algo a nos falar.
 
"É tão fácil reclamar da rotina. Eu que o diga. Depois de 1 mês de internação, não aguentava mais o cheiro do pão de queijo da lanchonete do hospital, minhas costas gritavam de dor por causa do sofá (que usava como cama) e a rotina desgastante do tratamento me impedia de dormir por mais de 3 horas ininterruptas. Durante a madrugada, toda hora entrava uma enfermeira no quarto, tinha um remédio pra dar, levá-la ao banheiro arrastando um suporte de soro, quantificar a urina...

Enquanto eu me lamentava, lá estava Ana Luiza... rindo! Enfrentou uma barra pesadíssima, passou por circunstâncias que você só imagina em filmes de terror e estava lá... rindo pela centésima vez do Robin Rotten, o vilão de Lazy Town. Se pra mim a rotina era ruim, pra ela deveria ser péssima, mas nada deveria nos impedir de sorrir. Quer dizer, de dar gargalhadas. Era exatamente isso que ela fazia. 
 
Sabe que muitas vezes a escolha de resmungar e reclamar da vida é sempre mais facil, porque quando a raiva vem, queremos logo falar e botar tudo pra fora, aprender a viver é dificil mas não impossivel, assim como a cura dessa pequena menininha chamada Ana Luiza, quando vejo que tem tanta gente que passa por situações muito mais complicadas que a minha eu penso que não sou nada mesmo, e de nada vale a vida se eu não fizer escolhas certas, escolhas que mudaram toda a minha vida que hoje eu vivo e que ainda viverei...Qual tem sido a sua escolha? Qual tem sido o seu papel na vida das pessoas? Será que ser quem é para sempre vai te levar à algum lugar na vida? Porque ignorar o que Deus nos deu, o dom de vivermos cheios do seu amor e compaixão, ajudando as pessoas e não só pensando em nós mesmos? Porque somos tão rigidos quando Deus quer falar algo que precisamos mudar? 
 
Saiba que as suas escolhas hoje só vão refletir no seu amanhã. Será que esta preparado para uma vida satisfatória? Então ame, interceda, clame por vidas, cuide das coisas que Deus tem te dado! Ele sempre quer e tem o melhor para cada um de nós!"

"Posso todas as coisas naquele que me fortalece." (Paulo, em Filipenses 4:13)
 
PERDER A FÉ JAMAIS!
 
Que Deus proteja você Ana Luiza....

Ótimo dia. Paz e bem!
 
Senna / Faber Frota
Departamento de Comunicação 
Ministério Universidades Renovadas
São José dos Campos - São Paulo

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Por que tanta insatisfação?

As razões podem ser muitíssimas, entretanto, existe uma possibilidade sobre a qual é bem possível que você ainda não tenha pensado. Por isso, atenção! Sua insatisfação pode se dever ao fato de que você estimula a ideia de já ter feito tudo o que está a seu alcance, quando, na verdade, você poderia fazer muito mais ou pelo menos mais alguma coisa e não faz.

Pense sobre isso! Você poderá estar cheio de razões, imerso em um grande equívoco. Para isso requer que tenhamos humildade e muita sabedoria, para que desta forma, também não sejamos arrogantes ao ponto de magoarmos as pessoas que estarão próximos de nós.

Que neste dia, possamos refletir de como somos com os outros, de como estou me comportando e no que posso ser melhor! Que Maria passe a frente e cuide de todos os detalhes que aos nossos olhos passam despercebidos, ou seja, que possamos também fazer a nossa parte, mudar os nossos óculos, o nosso olhar, pois as vezes está tão embaçado que não conseguimos ver as coisas de maneira clara.

Há uma contexto que não me recordo o autor, mais dizia assim: "Para que eu possa mudar a realidade que vivo ou as coisas que me causam insastisfação é preciso do meu agir, é preciso colocar a mão na massa, pois ficar sentado olhando com medo de errar não mudará nada"

Ótimo dia. Paz e bem!
 
Senna / Faber Frota
Departamento de Comunicação 
Ministério Universidades Renovadas
São José dos Campos - São Paulo

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Felicidade versus Superficialidade

O comportamento humano é algo misterioso que me cativa desde sempre. Lembro-me de que, quando era criança e viajava, gostava de ficar olhando as casas ao longo da estrada e imaginando quem morava nelas e como era a vida daquelas pessoas. Os anos se passaram e mudei até de país, mas isso não mudou. Continuo gostando de observar as pessoas, é com elas aprendo diariamente muitas lições de vida. Encanta-me o fato de, mesmo tendo chegado aos 7 bilhões de habitantes no planeta, não existir ninguém igual a ninguem. Quanto mais a tecnologia avança nas decobertas científicas, tanto mais fica claro o quanto o ser humano é complexo, misterioso e encantador.

Se ficamos parados em um ponto onde circulam muitas pessoas por exemplo, rapidamente identificamos diversos tipos de comportamento. Vemos pessoas apressadas, sorridentes, pessoas serenas, alegres e também pessoas sérias, tristes e preocupadas. Em qual dos grupos você se encontra hoje?

E como se não bastasse o fato de sermos diferentes uns dos outos, também mudamos constantemente de comportamento e isso nos faz ainda mais misteriosos. Há dias em que tudo parece colorido ao nosso redor, estamos de bem com a vida e conseguimos superar os desafios com facilidade e leveza. Somos gentis, sorrimos à toa, dizemos palavras doces e somos amáveis até com quem nos tenta ofender. Mas nem sempre é assim, também existem aqueles dias em que tudo parece nublado, cinzento e uma “certa” angústia no fundo da alma vai como que roubando nosso sorriso e o gosto pela vida. É preciso ter calma e lembrar que tudo é passageiro. Os dias coloridos e os dias cinzentos passam, a vida, no entanto, segue seu rumo e entre um compromisso e outro, muitas vezes, sem perceber porque tivemos esta ou aquela reação, vamos nos superando e tentando vencer dia após dia. Falta-nos tempo para nos interessarmos por nós mesmos e mais ainda pelas pessoas, o que, na verdade, creio ser essencial para a nossa felicidade.

É certo que nossa vida corrida nos impede de gastar mais um minuto ouvindo aquele que tanto necessita falar de suas dores, ou olhar nos olhos do porteiro quando dizemos: "bom dia", mas é preciso atenção. A pressa, característica dos nossos tempos modernos, tem nos aproximado de um dos maiores inimigos da felicidade: a superficialidade.

Certamente aí onde você está agora, basta acionar um botão para mudar muitas coisas. A tecnologia está por todos os lados e facilita as coisas, “aproxima distâncias”, podemos ir de um lado a outro do mundo em um "click". Porém, aqui vale o adágio: “Com gente é diferente”, e precisa ser diferente!

Acredito que o interesse pelos semelhantes deva fazer parte dos nossos projetos, já que, de certa forma, estamos todos interligados. Creio também que a indiferença não será jamais a melhor forma de sobrevivência, muito menos o meio para encontrar a felicidade.

Neste mundo cada um tem uma missão e por mais distinta que ela seja, vamos precisar uns dos outros para a realizar. Aliás você se perguntou porque veio a este mundo? Já parou para pensar sobre isso? Se já viveu a experiencia e não encontrou resposta satisfatória eu recordo que como filhos de Deus, fomos criados sua imagem e semelhança por amor e para amar. Logo nossa principal missão enquanto peregrinos aqui na terra, é amar. É por isso que quanto mais nos afastamos desta meta, mais distantes ficamos da verdadeira felicidade.

O isolamento e o medo de amar, males tão característicos dos nossos dias, leva-nos a optar por relações superficiais e interesseiras que não edificam, antes desgastam a pessoa e destroem sua dignidade de filhos de Deus. Como se não bastasse, o isolamento traz também o estresse, a depressão e tantos outros males. A grande pergunta provável diante desta descoberta será: mas, então, o que devo fazer?

Tenho uma ótima notíca, existem saídas! Tomo a liberdade de apontar-lhe duas: a primeira é o cultivo de relações afetivas intensas e profundas que possam ajudá-lo a encontrar forças e sentido para viver. Não tenha medo de amar verdadeiramente, pois você nasceu para isso e sua felicidade está aí. Não espere ser amado, ame! Vá ao encontro de quem precisa de amor. Asseguro-lhe que não vai precisar andar muito. Nos lares, nos orfanatos, nas esquinas e até dentro de nossas casas existem muitos necessitados de amor.

Já a segunda saída, não menos importante, é o reencontro com Deus e consigo mesmo por meio da espiritualidade. As práticas de piedade, a participação dos sacramentos e, é claro, tudo isso, unido à firme decisão de mudar, vai certamente lhe proporcionar uma vida nova e feliz.

Existem coisas que só você pode fazer por você mesmo... Mas se der os passos Deus estará sempre pronto para ajudá-lo. Lembre-se: a felicidade que você procura passa por suas decisões de hoje, por isso mão à obra. 

Fonte: Dijanira Silva
Apresentadora da Rádio CN FM 103.7 em Fátima Portugal. 

Senna / Faber Frota
Departamento de Comunicação 
Ministério Universidades Renovadas
São José dos Campos - São Paulo

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A graça do descobrir e a beleza do conhecer-se!

Sabe, a vida um dia me fez enxergar que sou humano... pode parecer bobo, mas eu nunca havia parado para compreender o verdadeiro significado de ser humano! A vida me ensinou então que eu não sou um ser auto-suficiente que pode fazer tudo sozinho e nem tão pouco sou um nada, um ser sem valor do qual não merece o que a vida tem de melhor!

Descobri que sou um ser humano que possui limitações, que tem a liberdade de escolher e por isso pode acabar fazendo escolhas tanto certas como erradas, que já machucou e já foi muito machucado pela vida, pelas pessoas, pelas escolhas... E assim descobri que ainda não sou capaz de ver e viver a vida como de fato ela pode ser vista e vivida sem antes me descobrir.

Descobri também que poderia comprar muitas coisas, fazer muitas coisas, até as que elevassem meus conhecimentos intelectuais e morais... mas ainda assim eu poderia não estar vivendo o que além de tudo isso eu posso viver... Poder fazer a descoberta do que sou, de quem sou, de onde vim, onde estou, tudo isso que parece para alguns um sinal de loucura ou de pessoa confusa, para mim faz um bem enorme, pois a partir desse instante percebi que eu posso escolher como viver e viver melhor...

É muito bom descobrir as coisas não é mesmo?

Creio que na vida podemos descobrir muitas coisas, a começar dentro de nós mesmos, como também nas pessoas e em tudo que está a nossa volta!

Bom, às vezes descobrir pode nos trazer um pouco de dor, mas quando descobrimos também que a vida continua, e não para naquele momento, que não é preciso permanecermos na dor, descobrimos então que a vida nos ensinou mais um pouco, e que a partir desse ponto podemos escolher viver de uma forma melhor, de uma nova forma, uma nova vida... com o que aprendemos podemos agora amadurecer, corrigir o que ainda não havíamos observado em nós mesmos, sejam em nossas atitudes, seja em nossa forma de pensar e ver, e assim podemos compreender também as pessoas e as coisas que ainda não compreendíamos, e continuarmos rumo ao alvo que são os nossos sonhos, nossos projetos e o desejo de ser feliz... e, sabe de uma coisa, descobrir todas essas possibilidades já pode nos fazer felizes!!!

Tem horas que realmente a dor é muito forte, e que com nossas próprias forças não conseguimos  compreender o porquê de muitas coisas, descobrir o porquê e continuar rumo ao alvo... então descobrimos que existe uma força maior... uma força capaz de transformar tudo o que toca e tudo o que está em volta... uma força capaz de fazer-nos enxergar a vida de uma forma da qual antes nossas dores ofuscavam todas as cores e a beleza da vida... uma força maior que é capaz de provocar imensas mudanças em nossa vida... mudanças onde jamais imaginávamos que pudessem ocorrer... e a maior mudança que pode acontecer em nossa vida está em um lugar onde pouco queremos ir... dentro de nós mesmos... e para chegar a esse lugar somente uma força que não é apenas humana, mas que é uma força do Sagrado que se une ao nosso humano... o nome dessa força é Amor... mas não é simplesmente um amor humano, pois amor que é humano é limitado, imperfeito, e há lugares dentro de nós que esse amor não pode nos levar e nos completar...

No entanto, o amor humano pode nos levar a encontrar o caminho do Amor Divino... que nos completa... o Amor de Deus... o Amor de Deus também vem de um homem que também se fez humano, Ele nasceu de uma jovem chamada Maria... o Seu Nome é Jesus!!!

Esse é o Deus que se fez Homem e viveu na carne o que hoje vivemos: dores, cansaço, sentimentos, solidão, sorrisos, lágrimas, carinhos, saudades, raiva, espera, tristeza, alegria... tudo... menos o pecado!

Infelizmente, a maioria de nós, humanos, apenas ouvimos falar ou conhecemos apenas um pouco este Homem... Não sei se você já passou ou pode estar passando por esses momentos na vida, mas posso lhe dizer que foi o Filho do Homem chamado Jesus quem me tomou pela mão quando tudo o que sonhava e almejava parecia ter perdido o sentido, Ele veio curar tudo aquilo que era dor e ofuscava a beleza da vida, e agora me ajuda a continuar rumo ao alvo, que já não são somente os sonhos e projetos que tenho o desejo de realizar, o alvo agora é o Amor, e todos os meus sonhos e projetos estão no Alvo, que é o coração de Jesus, e estou certo que é pelo Amor que alcançaremos o que encontra-se no Alvo!!! Deus é Amor!!!

E se Deus fez isso por mim e por tantos, tanto mais pode fazer por ti também!!! (ver Jo.3,16-17)  Basta crer e pedir o auxilio de Deus, em Nome de Jesus, O Senhor te atenderá!

Deus nos revela a nós!

Há muito que aprendermos, entre dores e lágrimas ou entre sorrisos e alegrias! Necessário é despertamos o desejo de conhecer, e conhecendo, transmitir por amor, para que todos possam conhecer o Amor... e para conhecer o Amor é preciso se aproximar do Amor e deixar o Amor se aproximar de nós... e que para alcançar o Alvo é preciso permanecer no Amor!!! (ver Jo 15, 7-11).

Na vida encontramos tantas pessoas que querem nos levar a tantos lugares, porem, poucas conseguem nos levar ao único Caminho que de fato podemos alcançar o Alvo!

E para alcançar o Alvo a vida depende de escolhas... E aqui estamos, antes de tudo como um amigo, com o desejo que precisamos ter em alcançar e ajudar a levar as pessoas que amamos ou não a encontrar o Caminho do Amor de Deus que nos levam ao Alvo, rumo ao prêmio celeste, ao qual Deus nos chama, em Jesus Cristo.!!! (ver Fl 3, 8-14).

Que Deus abençoe e que todos tenham um ótimo final de semana!

Fonte: Rodrigo O. Fumis
Coordenador da Pastoral Universitária de São José dos Campos - SP

Senna / Faber Frota
Departamento de Comunicação 
Ministério Universidades Renovadas
São José dos Campos - São Paulo

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

É no coração que tudo se faz e desfaz

Quando temos a coragem de deixar Deus transformar o nosso coração, todas as coisas mudarão ao nosso derredor. Tudo começa no fundo do coração, onde tudo se faz e desfaz, sobretudo quando se trata de perdoar e dar perdão. "Não está em nosso coração poder não mais sentir e e esquecer a ofensa; mas o coração que se entrega ao Espírito Santo transforma ferida em compaixão e purifica a memória, transfomando a ofensa em intercessão" (CIC 2843).


Abra seu coração e jogue a chave fora, vamos hoje abrir o coração para Jesus e deixá-Lo entrar? Jesus, dá-nos hoje um novo coração capaz de amar e perdoar. 

Tenham todos um ótimo dia!

Paz e bem! 
 
Senna / Faber Frota
Departamento de Comunicação 
Ministério Universidades Renovadas
São José dos Campos - São Paulo

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Até que ponto vale ser diferente aos olhos do mundo

Ser original é um grande desejo da juventude hoje, ela almeja mudança, radicalidade, quer ser diferente. Porém por trás de todo esse desejo há a procura de Deus que não cessa em nos atrair para Ele, portanto toda busca de estar bem e felicidade reflete inconscientemente  a procura de Deus que realiza e preenche todo o ser. No anseio do diferencial a juventude perde-se, torna-se alienado a uma cultura deficiente que tem abafado verdadeiros valores e implantado pensamentos divergentes de Deus, submetendo-se assim aos prazeres da carne e esvaziando-se do que vem do alto.

Os jovens perecem nos vícios, nas paixões do mundo que aprisionam, matam e desvirtuam o sentido de ser jovem. A beleza desta fase da vida encontra-se decaída, arruinada pelas falsas felicidades oferecidas pelo mundo. Felicidade esta que sufoca ao passo que se aproxima dela, que não preenche, mas aumenta a ânsia de ser feliz, como nos afirma o papa Bento XVI: “Só algo de infinito pode me totalizar”. E nesta sede o jovem “grita” nas roupas indecorosas, nas músicas obscenas, nas bebidas e principalmente no “fica” sem compromisso, onde o outro perde todo seu valor, sua dignidade, mas é nesta onda em que o jovem procura a diferença, nessas realizações transitórias que o jovem tem parado, e, por conseguinte distancia-se cada vez mais da plenitude oferecida por Deus, pois seu coração está voltado para o infinito e é impossível preencher com o finito, com o pouco que o mundo oferece a lacuna que existe.

Ser diferente não consiste em  “vestir o que todo mundo veste” ou “ fazer o que todo mundo faz”, ser diferente é sair da naturalidade e normalidade que o mundo encara o pecado. É dizer não aos pensamentos e atos perniciosos que afastam de Deus. É “ficar” sim, mas na vontade de Deus que realiza, totaliza e dá sentido a existência. É viver o que ninguém mais quer viver; a castidade, obediência e outros valores que estão caindo no esquecimento. E enquanto as bebidas te fazem jovem cair nas ruas, Deus te faz “cair” embriagado por seu espírito que transforma, renova e edifica a condição humana.

Fala sério jovem você pode ser diferente! Deus te criou único e irrepetível, te fez ímpar dotado de dons e aptidões. Ele te chama pelo nome, tem um projeto de amor para ti. Confia. Não é impossível ser diferente, ainda que a maré seja contrária, a vontade de Deus é o remo, deixa Deus guiar esse barco que a graça dEle te levará a um destino inimaginável. 


Fonte: Marília Ívina, Disc. Menor da Com. de Vida e
Coordenadora do Grupo Face de Cristo
 
Senna / Faber Frota
Departamento de Comunicação 
Ministério Universidades Renovadas
São José dos Campos - São Paulo

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ser aquilo que se é custa muito caro nos dias de hoje

O homem atual hoje vive sob uma contínua pressão: ele traz sobre si o peso de inúmeras cobranças. Frequentemente, ele acaba sendo condicionado – e até aprisionado – por ideias e valores preestabelecidos pela sociedade que o cerca, a qual lhe impõe constantemente muitas exigências a serem cumpridas.

Em muitas circunstâncias, o ser humano acaba “sufocado” pela perene cobrança dos que com ele convivem, sendo que – muitas vezes – ele só se percebe “aceito” e “amado” quando corresponde às cruéis expectativas dos seus companheiros do cotidiano.

Infelizmente, algumas pessoas só são capazes de expressar qualquer carinho ou afeto àqueles que correspondem em tudo ao seu estereótipo e ideal de vida, sendo que aqueles que fogem um pouquinho ao que elas pensam acabam sendo “elegantemente” descartados.

Mas que tragédia… que hipocrisia imaginar – ainda que inconscientemente – que as pessoas tenham de ser do jeito que achamos e que se elas não se encaixarem em nossos “padrões” não terão o direito de nos acompanhar na vida.

É triste, mas é verdade: quem não deseja viver uma hipocrisia em seus relacionamentos precisará pagar um grande preço, tendo que, muitas vezes, sofrer em virtude do fato de não querer representar para ser aceito.

Ser aquilo que se é nos dias de hoje custa caro…

Creio que é preciso iniciar uma concreta revolução na própria escala de valores e conceitos a ponto de conseguir aceitar e acolher aquilo (aquele (a)) que é diferente e que nem por isso deixa de ser bom.

Sejamos, sim, nós mesmos em tudo, contudo, permitamos também às demais pessoas a liberdade de acontecerem ao nosso lado sem precisarem representar. Aprendamos – com a arte presente na simplicidade – a acolher as pessoas em sua verdade e integralidade. Assim seremos mais livres e promoveremos profundas liberdades, tornando a vida menos pesada e o coração mais propenso a alçar voos mais altos…

Ser feliz não é tão difícil, basta apenas libertar-se da superficialidade e aprender a raciocinar.

Sem medo, desenvolvamos em nós essa bela capacidade de acolher os outros, começando primeiro em nosso coração (acolhendo em verdade aquilo que somos). Assim, sem dúvida alguma, conquistaremos “essa tal liberdade” diante da vida e de cada pessoa que conosco realiza a aventura de existir.

Fonte: Padre Adriano Zandoná
 
Senna / Faber Frota
Departamento de Comunicação 
Ministério Universidades Renovadas
São José dos Campos - São Paulo

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Você é o escolhido de Deus na sua casa

Você não sabe qual é a raiz do problema nem quais são as amarras com as quais o mal está prendendo a você ou a pessoa da sua família, mas o Senhor sabe. Então, por amor à pessoa que você quer ver salva, use esse dom de Deus, que é o “dom de línguas”. Entre no quarto dessa pessoa e ore em línguas. Mesmo sem entender em que direção está orando. O Espírito Santo sabe e é o que importa. Ore pelo seu cônjuge, pelo seu filho (a), seu irmão (ã) ou pelos seus pais, mesmo com o coração triste ou machucado e sabendo da causa do problema, não deixe de orar, mais ore com o coração. Deus é Todo-poderoso e para Ele nada é impossível. “Com Deus faremos proezas.” Acredite nisso e ore.

Você sozinho, não tem força para acabar com a infidelidade ou o que seja o problema da sua casa, mas com o Senhor tem. Você pode contar com o Espírito Santo, que está orando em você, e é esta oração do Espírito que atinge. Ele trava uma luta num mundo espiritual, no qual não podemos penetrar. No mundo espiritual temos de lutar com armas espirituais.


A nossa posição é a de intercessores, para não perdermos nenhum dos nossos. A vitória de Deus acontecerá! Você é o escolhido de Deus na sua casa.
Ele colocou em suas mãos a vara do Seu poder: use-a, porque aí está a salvação.

Deus o abençoe e ótima semana!


Fonte: Monsenhor Jonas Abib

Fundador da Comunidade Canção Nova
(Trecho do livro "Eu e minha casa serviremos ao Senhor" de monsenhor Jonas Abib)
 

Senna / Faber Frota
Departamento de Comunicação 
Ministério Universidades Renovadas
São José dos Campos - São Paulo

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Que tipo de criança ainda somos?

Vamos pensar em duas crianças, de aproximadamente 4 anos de idade, que estão brincando juntas, e de repente em um instante as duas crianças acabam se magoando uma com a outra e as duas crianças começam a brigar...

Vamos imaginar nessa reflexão quatro situações de como pode acabar essa história:


1. As duas crianças brigam e, como é típico de algumas crianças, as duas "caem" no chão (na verdade elas deitam no chão, ou até se jogam mesmo!), e começam a se espernear, a chorar desesperadamente... aquelas coisas de criança meio-birrenta, meio-manhosa... e aí ficam assim no chão, até que os pais ou alguém mais velho venham levantá-la e consolá-la, esperando ainda que essa pessoa adulta vá também dar uma bronca na outra criança que a magoou muuuuito, e aí então só depois de ver a outra levando uma bronca ou aquelas chineladas ela consegue se acalmar, e assim da mesma forma a outra criança espera a mesma coisa...  


ou...


2. As duas brigam, uma "cai" no chão (típico da criança anterior), e a outra fica de pé e vai ainda pra cima da que está no chão para continuar batendo nela...


ou...


3. As duas brigam, uma "cai" no chão, a outra então vira as cotas e vai embora sem dar muita atenção para a "desolação" em que se encontra a criança que ainda está "caída" no chão, afinal ela também está magoada, mas nem por isso vai ficar se estrebuchando no chão e muito menos consolar a outra, faz de conta que nem é com ela a situação e vira as costas...


ou...


4. As duas brigam, uma "cai" no chão, e a outra criança tem uma atitude diferente de todas as outras crianças acima: ela não "cai" no chão, nem continua batendo na que caiu e muito menos sai do ambiente deixando a que está no chão "desolada", ao contrário, ela se compadece da criança que está caída no chão chorando, e nem se lembrando mais de quem causou a briga, ela se aproxima dessa criança e ela mesma tenta consolá-la, fazer um carinho e levantá-la para não mais vê-la chorando, procura fazer as pazes para poderem voltar a brincar juntas.


Neste momento, a criança que estava no chão também pode fazer algumas escolhas:

a. continuar no chão se esperneando, esperando algum adulto consolá-la e dar bronca na outra;

b. se levantar e querer ir pra cima da outra criança, não aceitando o perdão;

c. se levantar e virar as costas, não querendo mais contato, guardando mágoa... ou

d. aceitar o perdão e voltar a brincar junto com a criança que a havia magoado, sem guardar ressentimentos.

E agora, que estamos adultos, ou pelo menos considerados adultos devido nossa idade cronológica, revendo todas as vezes que nos deparamos com uma situação em que nos desentendemos com o outro, ou em situações semelhantes, Que tipo de criança ainda somos?

Será que muitas vezes não somos como uma das crianças da primeira situação: que por qualquer razão já se joga no chão, fica esperneando, remoendo a dor, esperando que a outra pessoa venha pedir perdão, pois foi ela quem magoou a gente e temos razão suficiente para estarmos magoados, chateados, com raiva da pessoa... aquela que fica esperando que alguém, sejam os pais ou alguém mais adulto, ou melhor, mais maduro, venha nos apoiar afirmando que a outra criança é quem está realmente errada, que fica esperando que alguém dê uma bronca na outra criança para não fazer mais isso ou aquilo com a gente, e enquanto não vê que a outra pessoa saiu de cabeça baixa e arrependia a gente não consegue ficar em "paz", porque esperamos que a pessoa tenha as atitudes que nós esperamos que ela tenha...?


Ou então será que não somos aquela criança que vê a outra caída no chão e ainda assim continuamos batendo nela? Aquela pessoa que vê a fraqueza da outra, mas mesmo assim ainda continua apontando o dedo na cara da outra e enchendo-a de acusações, que desabafa as próprias fraquezas em cima da outra, tentando colocar também os outros contra a outra pessoa com acusações, falando mal dela pra todo mundo...?


Ou talvez quem sabe ainda somos como aquela criança que briga com a outra e depois vai embora sem se preocupar se depois aquela que ficou caída vai ficar bem ou não, pois é problema dela, quem mandou vir mexer com a gente, vira a cara, vai embora cheia de amarguras e nem se preocupa em saber o que levou a outra pessoa agir da forma que agiu...?


Será que já conseguimos saber qual criança ainda somos?


Somos talvez como aquela criança que ainda após a outra vir pedir perdão ainda continuamos agindo como as três primeiras crianças citadas acima?


Ou será então que já conseguimos ser de verdade como aquela criança que vimos na quarta situação?


Que bom seria se hoje realmente fossemos como aquela criança que ao ver a dor e a miséria da outra não se preocupou em saber quem estava ou não com a razão, que não acusa, não exalta o erro da outra criança, que não vira as costas e despreza a outra criança... que simplesmente se reclina, se compadece, se abaixa até a outra que está no chão, caída em suas fraquezas, e a consola, e a levanta, pede e dá o perdão, e já não mais se lembra de quem causou a discussão, porque o que realmente importa para essa criança que preservou o significado do Amor no coração, é estar ao lado daquela criança que é sua amiga, para que possam continuar a brincarem juntas, se alegrarem juntas, partilharem juntas o que realmente tem valor na vida... O amor, a amizade!!!


Jesus declarou:

"Em verdade vos declaro: se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas, não entrareis no Reino dos céus. Aquele que se fizer humilde como esta criança será maior no Reino dos céus. E o que recebe em meu nome a um menino como este, é a mim que recebe". (Mt 18, 3-5).


"Em verdade vos digo: todo o que não receber o Reino de Deus com a mentalidade de uma criança, nele não entrará". (Mc 10, 15).


Que tipo de criança ainda somos?  Do que temos nos alimentado?


Lembrando que a nossa transformação, a mudança dos nossos hábitos, a nossa mudança no modo de ser, agir e pensar começa no momento em que reconhecemos nossas fraquezas, os nossos erros e abrimos o nosso coração para que Deus possa entrar e verdadeiramente ser o Senhor da nossa vida, possamos assim responder a essas perguntas na prática e não só na teoria!


E que assim cada um nós encontre a resposta para se apresentar ao Pai por Jesus Cristo, abrindo o coração para que o Espírito Santo tenha livre acesso em todas as áreas de nossa vida que ainda necessitam de transformação e de crescimento, para que a cada dia sejamos em plenitude Imagem e Semelhança de Deus para o nosso irmão, aprendendo viver como Jesus e verdadeiramente a amar e perdoar em todas as circunstancias.


São Paulo complementa:

"Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança". (1Cor 13,11).


"Irmãos, não sejais crianças quanto ao modo de julgar: na malícia, sim, sede crianças; mas quanto ao julgamento, sede homens". (1Cor 14, 20).


E então aqui novamente a pergunta: Como temos tratado as pessoas?


Que tipo de crianças ainda somos?


Nossas atitudes muitas vezes assemelham-se as atitudes de algumas crianças, não na pureza de coração, mas pela infantilidade de nossas ações!!!


"A julgar pelo tempo, já devíeis ser mestres! Contudo, ainda necessitais que vos ensinem os primeiros rudimentos da palavra de Deus; e vos tornastes tais, que precisais de leite em vez de alimento sólido! Ora, quem se alimenta de leite não é capaz de compreender uma doutrina profunda, porque é ainda criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que a experiência já exercitou na distinção do bem e do mal". (Hb 5,12-14)


Que o Senhor Nosso Deus Trino nos dê a Sua Paz nos conduza no Amor, no Perdão e na Caridade à Vida Eterna!!!


Fonte: Rodrigo O. Fumis

Paz e Bem!

Senna / Faber Frota
Departamento de Comunicação 
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São José dos Campos - São Paulo

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Conhecendo um pouco mais: Arrependimento

Quem deve arrepender-se? A Bíblia diz em Lucas 5:32 “Eu não vim chamar justos, mas pecadores, ao arrependimento.”

Que acompanha o arrependimento? A Bíblia diz em Lucas 24:47 “E que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados, a todas as nações, começando por Jerusalém.”

Como posso saber se pequei? A Bíblia diz em Romanos 3:20 “Porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado.”

Que devo fazer para ser salvo? A Bíblia diz em Atos 2:38 “Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo.” Atos 16:31 “Responderam eles: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa.”

O arrependimento é um dom de Deus? A Bíblia diz em Romanos 2:4 “Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te conduz ao arrependimento”

Como me sinto quando peco? A Bíblia diz em Salmos 38:18 “Confesso a minha iniqüidade; entristeço-me por causa do meu pecado.”

Que traz o arrependimento? A Bíblia diz em 2 Coríntios 7:10 “Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar.”

Como se sente Jesus quando me arrependo? A Bíblia diz em Lucas 15:7 “Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.”

Paz e Bem!

Senna / Faber Frota
Departamento de Comunicação 
Ministério Universidades Renovadas
São José dos Campos - São Paulo

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Vivo de altos e baixos! O que faço para melhorar?

Altos e baixos são momentos normais na nossa estrada. Entretanto, quando se tornam o caminho que a gente faz, é preciso buscar ajuda! Proponho que você busque ajuda imediatamente! Você já deve ter percebido que, com grande dificuldade, conseguimos identificar nossos passos tortos. Então procure alguém com quem conversar e abrir o coração.

Fonte: Ricardo Sá

Paz e Bem!

Senna / Faber Frota
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